Cadeiras de fibra plástica nos serviços de saúde, por que estas e não outras?

Se não tudo, praticamente tudo na vida tem um porquê e, na área da saúde, principalmente


  • 13/04/2018 14h23 - Atualizado em 13/04/2018 14h41


Cadeiras de fibra plástica nos serviços de saúde, por que estas e não outras?

Em geral o senso comum não domina especificidades de segmentos especializados como é o caso da área da saúde.  Então, mesmo que não se concorde, que não se considere o conforto nem o tipo como os mais  adequados,  nem o formato ou o material, tudo enfim, está ali do jeito que precisa estar e da forma que deve ser. Como de resto, se não tudo, praticamente tudo na vida, tem um porquê e, na área da saúde, principalmente e, nem poderia ser diferente. “A utilização de cadeiras de fibra plástica nos serviços de saúde, por exemplo, atende a recomendação da Agência Nacional de Vigilância em Saúde (Anvisa)”, esclarece a secretária-adjunta de Saúde, enfermeira Andreia Amorim dos Santos.

Os ambientes dos serviços de saúde, tanto da rede pública municipal quanto do setor privado, de acordo com Andreia, possuem como regra, rígido controle de materiais de acabamento e revestimento (CMAR) e esse controle deve ser obedecido. “Com o objetivo de estabelecer um nível aceitável de segurança contra incêndio, que dificulte o crescimento e propagação das chamas e ao mesmo tempo limite a propagação da fumaça”, explica a secretária-adjunta de Saúde. E, nesse sentido, cita ela, exemplos da Associação Hospital de Caridade de Ijuí e da própria Unimed, que também substituíram as cadeiras, segundo as orientações da Anvisa.

A ideia é maximizar as chances e/ou condições de sobrevivência. “Os materiais sintéticos apresentam, também, uma maior liberação de energia, fazendo com que a velocidade de propagação de incêndios seja mais elevada”, justifica. Além disso, outro fator também é considerado: a probabilidade de ocorrência da inflamação generalizada (flashover). “Além disso, a Anvisa também recomenda a utilização de materiais que possam ser lavados, higienizados e desinfetados, constantemente, com o objetivo de bloquear a proliferação de microrganismos causadores de doenças, bem como a transmissão cruzada, entre usuários”, reitera a secretária-adjunta.


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