Grupo de pequenos produtores está preparado para investir no cultivo de nozes pecã

Mais de 70 pessoas participaram de curso gratuito oferecido em parceria com a Divinut


Grupo de pequenos produtores está preparado para investir no cultivo de nozes pecã

“A expectativa é que, apropriados dos conhecimentos técnicos, pequenos agricultores venham a se interessar efetivamente pelo desenvolvimento da cultura, pois, além é uma possibilidade de diversificação na propriedade, a cultura também pode representar ganho interessante.”. A avaliação é do secretário Adjunto da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural (SMDR), Aldair Cossetin. O curso foi uma iniciativa do Poder Executivo, por meio da Secretaria, em parceria com a Divinut Indústria de Nozes Ltda.

E, ao que tudo indica os primeiros resultados já começam a surgir. Dona de uma pequena propriedade – dois hectares – a cirurgiã-dentista Francis Elisa de Moura já se decidiu. “Nós vamos dedicar meia hectare, pelo menos, para investir na cultura. Pois, com tudo que aprendemos nas duas oportunidades em que o município nos ofereceu para conhecer mais sobre a cultura a nogueira-pecã (Um seminário na 9ª Fenii e o curso), podemos identificar um excelente potencial de ganho para a propriedade, em curto espaço de tempo, sem falar nos outros benefícios que a cultura pode nos trazer, como arborização, sombreamento, etc”, opinia.

Na realização do curso, dia 8 de junho, na Casa do Produtor no Parque de Exposições Wanderely Burmann, que contou a participação de 75 pequenos produtores rurais, além da parceria da Divinut, a SMDR contou, também,  com apoio do Sindicato Rural, Emater e Sindicato dos Trabalhadores Rurais.

De acordo com Cossetin, na ocasião os participantes receberam informações sobre vários temas importantes para quem atua no cultivo da Noz-Pecã: modalidade de plantio de pomares, entrada de propriedades e sombreamento para o gado leiteiro, vias públicas; tecnologia disponibilizada gratuitamente; disponibilidade de mudas de qualidade no mercado; possibilidade de financiamento; mercado para comercialização e produção com alta precocidade, entre outras informações.

Além do conhecimento teórico, segundo Cossetin, houve demonstração dos modelos e formas de embalagem do produto colhido, de equipamentos para juntar os frutos, proteção para conter o ataque de formigas, formas de armazenar o produto após a secagem, bem como de equipamento para descascar os frutos sem causar dano mecânico à amêndoa, garantindo assim vida útil dos frutos com qualidade. “Ficamos bastante satisfeitos com o resultado, tendo em vista a proposta de transversalidade das ações no Poder Executivo. Iniciativas como essas fomentam o Projeto Mais Verde Mais Vida, com vistas ao desenvolvimento econômico, já que estamos iniciando aqui um trabalho, cujo objetivo é, se os pequenos produtores se interessarem, transformar Ijuí num polo produtor da nogueira-pecã”, resume o secretário Adjunto.




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