8º Desfile Étnico-Cultural Arte e Folclore será no domingo

Com o tema “A terra de nossos avós – A origem nos define. A união nos fortalece”, ocorre neste domingo, 28 de setembro, o 8º Desfile Étnico-Cultural arte e folclore da União das Etnias de Ijuí (Ueti). O desfile será na rua Benjamin Const...


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Com o tema “A terra de nossos avós – A origem nos define. A união nos fortalece”, ocorre neste domingo, 28 de setembro, o 8º Desfile Étnico-Cultural arte e folclore da União das Etnias de Ijuí (Ueti). O desfile será na rua Benjamin Constant, Praça da República, com início às 16 h. 
 
As onze etnias e a Associação Tradicionalista Querência Gaúcha irão retratar as transformações econômicas, políticas e sociais que caracterizavam os países europeus no século 19, época em que as Américas, incluindo a região Sul do Brasil, foram colonizadas.
 
Conforme a organização do evento, o desfile será aberto pela figura do jornaleiro, que anunciará o grande evento, seguido pelas bandeiras e mascotes dos países que tem seus descendentes organizados em Centros Culturais, juntamente com brasileiros, representados pela Querência Gaúcha. Atores de Ijuí vão representar cenas da Epopeia Ijuhy, seguidos pelo Trem da História que traz autoridades e descendentes de imigrantes, testemunho vivo de nossas origens. No segundo momento os Centros Culturais irão mostrar um pouco da história dos países de origem e, por fim, as doze embaixatrizes irão se apresentar.
 
Confira os destaques dos Centros Culturais para o 8º Desfile Étnico-Cultural Arte e Folclore da Ueti
 
O Centro de Cultura espanhola de Ijuí retrata cenas da conquista espanhola, no século 16, em terras rio-grandenses, destacando as Missões Jesuíticas e seu legado religioso, educacional e econômico.
 
Os portugueses lembram a monarquia portuguesa e a assinatura do Tratado de Madrid em 1750 com a convocação do povo de Portugal para emigrar para o Brasil.
 
A Querência Gaúcha apresenta Ijuí em meados de 1840, quando o mato ocupava estas terras, é aberta a Picada da Conceição, marco para integração da região ao centro do país. Bodegas e vilas acolhem os tropeiros rumo a São Paulo.
 
Afro descendentes retratam os mitos, crenças e fé, traços da ancestralidade africana, caracterizam a cultura brasileira formada em meio as dores do tráfico negreiro. Religiosidade, ritmos musicais, danças e aromas característicos da culinária afro.
 
Alemães relatam a unificação alemã em 1870, a revolução industrial e o êxodo rural que caracterizavam a Alemanha no início do século 19. O trabalho, a religião, a música, a vivência familiar e a literatura fazem parte do legado que recebemos dos imigrantes alemães.
 
Os poloneses a luta pela consolidação da pátria demonstrada através da garra e persistência do povo, expresso pela assinatura da Constituição em 1791. Mesmo enfrentando inúmeras invasões, deportações, desemprego e fome o povo polonês mantém sua cultura e nos legam testemunhos de religiosidade, música, política e avanços científicos.
 
Letos apresentam aspectos da história da Letônia dos séculos 16 ao 20, simbolizados na casa coberta de neve, que representa o sofrimento, a fome, o frio durante a deportação para a Sibéria. A colocação e retirada das bandeiras que, evoca as diversas ocupações do território por outros países e os movimentos de liberdade. Letônia–a “Terra que Canta” tem seu festival de canto e dança reconhecido pela Unesco como um dos “legados da humanidade”.
 
Holandeses, desde o século 16 lutam com o mar para a conquista de mais terras com a mesma garra com que lutam com países vizinhos para manter sua autonomia política. Navegadores, agricultores e pecuaristas testemunham os frutos do trabalho com o gado leiteiro e cultivo de suas tradicionais tulipas.
 
Austríacos, contam a história da Áustria que, muitas vezes, funde-se com a história do Brasil como o Casamento de D. Pedro I e Dona Leopoldina, em 1817 que, junto à crise socioeconômica, em especial nas fábricas de armas, favoreceu a vinda de imigrantes austríacos ao Brasil, com seus costumes, destacando-se a bela música de orquestra.
 
Suecos, “Da era viking ao sonho da nova pátria”, história que vai do século 7 ao 17 mostra exímios navegadores, com seus velozes barcos, comerciantes audaciosos e lutadores ferozes, os mais temíveis da Europa Ocidental, os quais sabiam ser sensíveis em suas comemorações religiosas e em celebrações vinculadas à natureza.
 
Os italianos apresentam tensões e lutas por suas terras, dominadas por diversos reinos, tendo Giuseppe Garibaldi como líder pelo “Risorgimento da Itália”, em 1840, com seu exército de Camisas Vermelhas, resultando na unificação do país em meio a graves crises econômicas. Comunhão e fé, buscam na América a terra da fartura!”
 
Árabes e palestinos, Oriente Médio – Uma terra de muitos donos, muitas cores e muitos credos, berço das três principais religiões monoteístas. Árabes e palestinos trazem a história do Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, demonstrando o poder e a influência das religiões no Oriente Médio.
 

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