Ijuí mantém índice de infestação do aedes aegypti abaixo de 1%

Dados relativos ao ano de 2018 foram repassados pelo titular da Coordenadoria Ambiental ao prefeito Valdir Heck


Ijuí mantém índice de infestação do aedes aegypti abaixo de 1%


O trabalho realizado pela Coordenadoria Ambiental em Ijuí tem se mostrado bastante eficaz. Na manhã desta quinta-feira, o titular Rinaldo Pezzetta apresentou ao prefeito Valdir Heck os números registrados durante este ano - janeiro até agora - e confirmou o baixo índice de infestação do mosquito aedes aegytpi. “Até 1% é aceitável e, em Ijuí, temos atualmente 0,75% de infestação”, garante.

De acordo com o coordenador, esse cenário favorável é devido ao permanente trabalho de vigilância realizado Ijuí, pela Coordenadoria sob a orientação da Secretaria Municipal de Saúde e do Poder Executivo como um todo. No período, segundo os dados foram registradas 51.943 visitas realizadas; dos 41.802 criadouros identificados, 35.389 foram eliminados mecanicamente  e 6.403, me locais inacessíveis, tratados com larvicida.

Pezzetta informa, também, os resultados alcançados por meio do convênio mantido pelo município com a Agência Nacional da Indústria de Pneus (Anip). “Essa parceria tem nos permitiu dar destinação correta a mais de 300 mil quilos de pneus inservíveis. Também recolhemos mais de 5 mil quilos de materiais que serviriam de criadouros para mosquitos”, pontua.

Mas um dos principais problemas, segundo o coordenador, ainda são os pequenos depósitos localizados nos pátios de residências e lojas, ou seja, aquela garrafa PET, plástico,  lata, calha, enfim, tipos diferentes de recipientes deixados  a céu aberto e que acumulam água da chuva, transformando-se em potencial depósito de larvas. “Nós estamos sempre atentos, mas precisamos contar como apoio da população. Algumas pessoas ainda não se conscientizar que a dengue pode matar e que o único jeito de preveni-la é combatendo o mosquito aedes aegypti”, observa.

Segundo Pezzetta, todos os 50 casos notificados suspeitos foram monitorados e apenas um – importado de Pernambuco – foi confirmado. “A nossa equipe fez o bloqueio e adotou os procedimentos indicados, com vistas à eliminação do mosquito”, acrescenta. Além disso, há ainda um caso encaminhado para análise, cujo resultado está sendo aguardado. “Nós manteremos nossa rotina de trabalho, mas contamos com auxílio da população. Pelo menos uma vez por semana os pátios devem ser revisados para que potenciais depósitos de água acumulada da chuva sejam eliminados”, orienta.

Pezzetta lembra, ainda, que já houve, em 2016, a circulação do vírus da Zica e Chikungunya, doenças que, assim como a dengue, podem matar ou inutilizar uma pessoa por longos períodos de convalescença. 


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