Lançado Marco Fundamental da sede própria da Ueti

Secretário de Estado da Cultura, Victor Hugo, e dois conselheiros estaduais da cultura participaram do ato realizado no Salão Farroupilha em razão do tempo chuvoso


Lançado Marco da Pedra Fundamental da Sede própria da Ueti

A Sede Cultural da União das Etnias de Ijuí representa muito mais do que um sonho, ela simboliza a concretude do Movimento Étnico no município de Ijuí, resultado de mais de 30 anos de trabalho voluntário. Um movimento que resgata, vivencia e projeta legados importantes para a formação cultural do Estado do Rio Grande do Sul. Esse é o ambiente que tem sustentado muitas conquistas e, hoje, agregou mais um momento especial à sua história: o lançamento do Marco Fundamental, realizado na tarde deste sábado, no Salão Farroupilha, na Prefeitura de Ijuí, foi prestigiado pelo secretário de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Victor Hugo, pelos conselheiros Maria Silveira Marques e Rubem Francisco de Oliveira, reuniu ainda o prefeito Valdir Heck, o vice-prefeito Valdir Zardin, o presidente da União das Etnias, Nelson Casarin, além de presidentes das etnias de Ijuí, secretários municipais e vereadores, entre outros convidados.

Pontuados por momentos de emoção, os diferentes pronunciamentos tiveram, também, pontos comuns como por exemplo e a importância do protagonismo e da união dos diversos segmentos que trouxeram o Movimento Étnicos de Ijuí até esse patamar, mas que, acima de tudo lhe dão respaldo para vencer novos desafios e alcançar muito mais conquistas numa caminhada permeada dos desafios naturais impostos pelas trajetórias de avanços. De acordo com Nelson Casarin, a construção da sede própria da Ueti representará, certamente, um divisor de águas para o Movimento Étnico e também para o município de Ijuí. “Nós temos certeza de que o trabalho desenvolvido nesses 30 anos não foi fácil. Mas também não está sendo difícil porque tem pessoas que trabalham gratuitamente, abenegadamente e, principalmente, com seriedade”, disse ao destacar a importância da transparência do projeto e da prestação de contas, até porque Ijuí, hoje, figura, de acordo com informações do secretário de Cultura, Victor Hugo, um dos municípios que mais recebem recursos do Estado por meio dos mecanismos de incentivo à cultura (Lei de Incentivo e Programas).

Para o secretário Victor Hugo, antes de estar em Ijuí, fazendo essa visita, o seu trabalho e o a presença do governo do Estado já estavam aqui por meio dos muitos projetos financiados pelos programas desenvolvidos, por meio da Secretaria de Estado da Cultura. “Essa fala do presidente (da Ueti) dizendo que toda a cadeia econômica em torno de uma obra é de um arranjo local, isso é muito positivo”, assegurou. O secretário continuou ainda: “eu quero dizer para a comunidade de Ijuí que a minha agenda que é de andar em tudo que é cidade, eu posso dizer a outras comunidades: olhem para Ijuí, façam como Ijuí. Vocês (os ijuienses) dão uma demonstração de protagonismo local, união local”, afirmou. E, isso, não visão do Secretário é o que faz – e aqui tem feito – a diferença.

Vitor Hugo informou, ainda, aos presentes que no Festival de Turismo de Gramado, em 2018, que ter o Movimento Étnico de Ijuí representado lá. Segundo o secretário, essa “geografia humana” de Ijuí é um produto turístico, é o potencial a ser aproveitado para alavancar uma proposta de desenvolvimento da atividade turística aqui no município. Logo após a fala do secretário Vitor Hugo, o conselheiro Rubem Francisco de Oliveira falou em nome do Conselho Estadual da Cultura. Ele destacou a importância da materialização da cultura em espaços culturais do Interior do Estado. “Ijuí tem todo esse protagonismo e isso nos deixa muito feliz. Isso que nós gostaríamos, não só como conselheiros, mas como pessoas, ver esse protagonismo, com essa materialização, com essa eficiência”, pontuou.

Por último, o prefeito Valdir Heck foi o último a se pronunciar e falou exatamente da gratidão que o resultado do movimento étnico de Ijuí enseja, tendo em vista a dedicação voluntária daqueles que efetivamente o concretizam. “É um dia, sem dúvida alguma, importante, marcante para todos nós. A gente já esteve lá em outro momento, a obra já está acontecendo e, chegou esse momento, de ter esse caráter especial de lançamento”, disse.

De acordo com Valdir Heck, Ijuí está amarrado num passado, mas uma amarra que solta, porque não representa uma coisa ruim, ao contrário, culmina com uma feliz proposta que vem desde a colonização. “O Rio Grande teve muitas colônias e algumas delas ocupadas de forma singular. E, nós aqui, num segundo momento da colonização, passamos a receber várias etnias. E, agora temos um movimento étnico que mostrou a ampla diversidade de Ijuí. Em 1987, quando se inicia essa caminhada não tínhamos certeza onde iríamos chegar. Mas surgiram ideias e aqui estamos”, observou Valdir Heck, ao acrescentar que esse movimento tem alma, porque redunda do espírito do voluntariado.



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