Unidos pelo Brasil: Aroldi destaca avanços já registrados e as principais pautas


Unidos pelo Brasil: Aroldi destaca avanços já registrados e as principais pautas

Unir forças para impulsionar a gestão local e, consequentemente, melhorar a vida das pessoas é o que propõe o tema da 22ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Diante disso, o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi, fez um resumo dos avanços já registrados, das pautas encaminhadas no Congresso Nacional e da participação de integrantes do governo nas demais atividades do evento.

“A voz do povo brasileiro está aqui no plenário”, destacou Aroldi, ao reforçar a importância da união dos municipalistas de Norte a Sul do país em torno de pautas comuns, como o aumento de 1% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de setembro e da redistribuição dos recursos do Imposto Sobre Serviços (ISS). “A gente precisa estar mais unido do que nunca”, disse o líder municipalista no final da manhã desta terça-feira, 9 de abril. Entre os milhares de presentes ao evento máximo do municipalismo brasileiro, estão o prefeito de Ijuí, Valdir Heck, a primeira-dama Jussara Maria Bonamigo Heck, e a secretária de Planejamento e Regulação Urbana, Marcia Boniatti e o secretário de Saúde, Josias de Abreu Pinheiro.

Unidos pelo Brasil: Aroldi destaca avanços já registrados e as principais pautas

Aroldi falou sobre o aumento do 1% do FPM. “O presidente da Câmara [Rodrigo Maia (DEM-RJ)] deve instalar a comissão hoje ou amanhã. Ele já concordou, o governo está à frente”. O líder municipalista enalteceu a aproximação com Congresso e o governo federal e destacou as duas frentes parlamentares mistas municipalistas, destinadas a debater as pautas locais, e os encontros com representantes do Executivo, ocorridos nos últimos dias.

“Nós levamos em cada ministério um documento que está sendo trabalhado com os técnicos da CNM”, disse. Ele também contou que a “equipe está trabalhando muito bem, junto com o governo, em uma proposta de regulamentação do pacto federativo”. Aroldi mencionou o que essa aproximação significa: “na saúde estão parados R$ 7 ou 8 bilhões. É muito dinheiro, são dois FPM".

As principais demandas no Congresso foram destacadas, e são elas: cessão onerosa dosroyaltiesdo pré-sal, atualização dos programas federais, novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), Lei Kandir, teto dos gastos públicos federais e o financiamento para o pagamento dos precatórios.

Em seu discurso de abertura, o presidente da CNM defendeu a Nova Previdência e na plenária voltou a se colocar favorável à possibilidade de os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) optarem por se manter no regime atual ou migrarem para a nova proposta. A evidência maior foi dada ao fato de as mudanças serem realmente necessárias, inclusive para as localidades com agricultores familiares.

“O mundo caminha para o fortalecimento da gestão local. Não tem outro jeito. Não tem outro caminho”, sinalizou Aroldi. Consórcios públicos e a luta para atender às determinações da Política Nacional de Resíduos Sólidos não ficaram de fora da apresentação do presidente. E a Plataforma +Brasil também ganhou espaço especial em sua fala. Ele acredita que esse seja um dos maiores avanços para o dia a dia da gestão municipal.

Aroldi explicou: “a plataforma é para simplificar as transferências voluntárias para os Estados e os Municípios de forma que se possam acompanhar os repasses fundo a fundo e se prestem contas pelo mesmo sistema”. Além de aumentar a transparência, a medida deve promover maior envolvimento dos brasileiros nos gastos públicos. Após esse ponto, o presidente abordou a importância de os vereadores estarem unidos com os executivos municipais no evento.

Acompanhado pelo consultor da CNM Eduardo Stranz, o líder municipalista também apresentou a programação de hoje e evidenciou a mobilização de municipalistas no Supremo Tribunal Federal (STF). A reivindicação é por uma definição imediata para a redistribuição dosroyaltiesdo petróleo, aprovada pelo Parlamento e bloqueada por decisão monocrática da ministra Cármem Lúcia, em 2013. “Chegamos à conclusão de que deveríamos sim fazer essa mobilização em frente ao Supremo, de forma ordeira e respeitosa”, disse.


Com Agência CNM


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